sexta-feira, 26 de agosto de 2016



"Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. 
Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, 
não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome."

Mahatma Gandhi

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Um meteoro explodiu a 1.900 km do Rio de Janeiro


No dia 2 de fevereiro, um meteoro com cerca de 7 metros de diâmetro explodiu sobre o Oceano Atlântico, e os cientistas estimam que seja a maior explosão atmosférica desde Chelyabinsk.

Segundo dados da Nasa, a explosão aconteceu às 14h UTC no sul do Oceano Atlântico, liberando uma energia de 13.000 toneladas de TNT, viajando a uma velocidade de 15,5 km/s e desintegrando-se a uma altitude de cerca de 31 km. É quase a mesma energia liberada pela Bomba de Hiroshima, que soltou energia equivalente a 15.000 toneladas de TNT.



Como foi uma explosão no meio do Atlântico, não foi registrada por nenhuma câmera. A detecção da explosão atmosférica foi feita provavelmente pelos militares dos Estados Unidos, e comunicada à Nasa. Eles podem ter registrado a explosão com um satélite, ou então detectado a onda de choque ou o som da explosão usando microfones supersensíves.

Apesar de tanta energia, este meteoro perdeu para o de Chelyabinsk, que liberou o equivalente a 450.000 toneladas de TNT, cerca de 40 vezes mais. Se tivesse acontecido sobre o Rio de Janeiro, talvez causasse alguma vibração em janelas e assustasse as pessoas.
A Nasa estima que meteoritos de cerca de 10 metros atinjam a Terra uma vez a cada 10 anos, mas este número está sendo questionado. Um dos problemas com a estimativa é que depende do registro destes eventos, e como 3/4 da superfície do planeta são cobertos por água, a maioria não tem testemunhas. [IFLScienceBadAstronomy]


Fonte: Hypescience

sábado, 15 de agosto de 2015

Pesquisadores da Nasa descobrem planeta "primo mais velho" da Terra

Descoberta do planeta  "primo  mais  velho"  da  Terra foi confirmada hoje pela  
Missão  Kepler    Divulgação/Nasa

A Missão Kepler, da Nasa, confirmou hoje (24) a descoberta de um planeta de dimensão próxima à da Terra e que orbita uma estrela parecida com o Sol. O Kepler-452b está localizado em uma “zona habitável”, definição dada a áreas do espaço em volta de estrelas que têm temperatura parecida com a da Terra e apresentam condições para a existência de água líquida na superfície de corpos celestes.

“Podemos pensar no Kepler-452b como um primo mais velho e maior da Terra, que traz a oportunidade de entendermos a evolução do ambiente terrestre.”, declarou ao site da Nasa o pesquisador Jon Jenkins, líder da equipe que analisa os dados da sonda Kepler, telescópio espacial usado para exploração de planetas extrassolares.

O diâmetro do Kepler-452b é 60% maior que o da Terra. A massa e a composição do planeta ainda não foram determinadas, mas as pesquisas indicam que o planeta é rochoso. A órbita do planeta em volta da estrela chamada Kepler-452, o sol do novo planeta descoberto, dura 385 dias. A estrela que o Kepler-452b orbita tem 6 bilhões de anos, 1,5 bilhão a mais que o Sol. A estrela é mais brilhante que o Sol, mas tem a mesma temperatura.

"É muito inspirador considerar que esse planeta passou 6 bilhões de anos na zona habitável de sua estrela, período mais longo que o do planeta Terra. É uma oportunidade substancial para o surgimento da vida, com todos os ingredientes e condições necessárias para que a vida exista neste planeta”, ressaltou Jenkins.

Além do Kepler-452b, os cientistas apontaram mais 11 candidatos a gêmeos da Terra, exoplanetas com diâmetro entre uma e duas vezes o terrestre e que orbitam estrelas semelhantes ao Sol em tamanho e temperatura.

O administrador do Diretório de Missões Científicas da Nasa, John Grunsfeld, lembrou que a descoberta do planeta primo da Terra ocorreu no vigésimo aniversário da descoberta que provou a existência de estrelas, que, como o Sol, também abrigavam planetas. “Esse resultado excitante significa um passo a mais na descoberta de uma Terra 2.0”, afirmou .


Edição: Carolina Pimentel
Fonte: Agência Brasil 

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Cidade holandesa será a primeira do mundo com uma estrada feita com plástico reciclado


A Holanda pode se tornar o primeiro país do mundo a pavimentar suas ruas com garrafas plásticas, após a prefeitura da cidade de Roterdã afirmar que está considerando implantar um novo tipo de cobertura para suas ruas, considerado por seus criadores como uma alternativa mais sustentável ao asfalto.

A empresa VolkerWessels apresentou nessa sexta-feira (10) os planos para uma superfície feita inteiramente com plástico reciclável, que precisaria de menos manutenção do que o asfalto e poderia aguentar grandes variações de temperatura, entre -40ºC e 80ºC.

As estradas poderiam ser construídas em questão de semanas, ao invés de meses, e durar três vezes mais, segundo seus inventores.

A produção de asfalto é responsável pela emissão de 1,6 milhão de toneladas de CO2 por ano no mundo todo, quase 2% de toda poluição gerada nas estradas e ruas do planeta.

"O plástico oferece todos os tipos de vantagem, comparando-se ao modo como as ruas e estradas são feitos atualmente, tanto na construção das ruas como na manutenção delas", afirma Rolf Mars, executivo da VolkerWessels.

As estradas de plástico são mais leves, reduzindo o impacto no solo, e ocas, tornando mais simples a instalação de cabos e encanamentos embaixo da superfície.

Cada pedaço de estrada pode ser pré-moldado em uma fábrica e transportado até onde eles serão instalados, reduzindo o transtorno causado pela construção de estradas. Ou seja: menos congestionamento por causa das obras na pista.

Mars afirma que o projeto PlasticRoad ainda está em um estágio conceitual, mas a empresa espera conseguir construir a primeira estrada completamente reciclada em até três anos. A cidade de Roterdã já assinou um acordo para realizar o primeiro teste da tecnologia.
 
 
Fonte: Planeta Sustentável, por Gabriel Garcia, INFO, em 10/07/2015

Pesquisa brasileira precisa estar na vanguarda para enfrentar mudança climática


O maior uso de biocombustíveis é uma das ações apresentados por Cerri para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e consequentemente o aquecimento global
 
Para enfrentar os desafios das mudanças do clima e as exigências do mercado internacional, a pesquisa brasileira tem de estar na vanguarda do conhecimento. É o que afirma o professor e pesquisador do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (Cena-USP), Carlos Cerri. Ele foi um dos palestrantes do segundo dia do Congresso Brasileiro de Soja e Mercosoja, que ocorrem em Florianópolis (SC) até o dia 25 de junho.

De acordo com Cerri, cientistas brasileiros precisam conhecer os sistemas produtivos e quantificar a pegada de carbono de cada cadeia.
 
“O Brasil precisa gerar dados, precisa estar na vanguarda. Temos de fazer pesquisa de ponta e publicarmos para termos os dados e proteger a nossa agropecuária”, afirmou Cerri.
 
Como exemplo ele apresentou a situação do biodiesel de soja brasileiro utilizado na Europa. Para ser viável, ele deve apresentar uma redução de 35% na emissão de carbono equivalente em relação ao combustível fóssil. Números gerados fora do país indicaram que esse índice era de apenas 31%, o que inviabilizava seu uso. Entretanto, ao pesquisar a campo, encontrou uma redução de 65 a 68%.
 
“Avaliamos toda a cadeia produtiva, com dados obtidos desde as fazendas até a chegada do biodiesel ao consumidor europeu, e encontramos uma redução de 65 a 68% das emissões. Vimos que o biocombustível brasileiro é competitivo”, disse o pesquisador.
 
O maior uso de biocombustíveis é uma das ações apresentados por Cerri para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e consequentemente o aquecimento global. Como uma das principais atividades emissoras de gases, a agropecuária também pode contribuir nesse processo. Para isso, estratégias como a recuperação de pastagens degradadas, a fixação biológica de nitrogênio, o plantio direto na palha, a integração lavoura-pecuária-floresta, o reflorestamento e o tratamento de resíduos animais são ações que contribuem para menor emissão e fixação de carbono no solo.
 
“As alternativas já existem e outras estamos produzindo. Na medida em que conhecemos as fontes de emissão, vamos encontrar novas alternativas”, disse o pesquisador da Cena-USP.
 
De acordo com o Carlos Cerri, em menor ou maior escala, as estratégias conhecidas já estão sendo adotadas no Brasil. Aliadas à redução do desmatamento, elas têm contribuído para que as emissões de gases de efeito estufa não sejam maiores no país. Porém, ainda é preciso maior adoção dessas tecnologias.
 
“As soluções para a redução das emissões já estão ocorrendo. Mas é preciso fazer uma agricultura com mais inovação, mudando as práticas. Para isso, precisamos de novos profissionais em áreas como modelagem, informática, agricultura de precisão, entre outras”, ressaltou.
 
 
Fonte:  Revista Ecoturismo

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Natureza em Portugal

Foto de Jens Böhme.


Poço da Alagoínha – Fajã Grande e Fajãzinha, Ilha das Flores, Açores (Portugal).

A zona da Fajã Grande - Fajãzinha constitui uma das mais belas paisagens litorais dos Açores. Pela extensa parede verdejante que bordeja esta zona desenvolvem-se quase duas dezenas de imponentes quedas de água, com destaque para a da Ribeira Grande, que se despenha num salto de 300 metros. Na base da escarpa existem diversas massas de água permanentes, como é o caso do Poço do Bacalhau ou o Poço da Alagoinha, também conhecido como Lagoa dos Patos. Uma caminhada até à escarpa permite apreciar de perto as cascatas e o cenário montado pela Natureza, que é um convite à contemplação e a um banho retemperador. O cinzento-escuro da rocha, o verde luxuriante da vegetação, o branco enérgico da espuma de água e o azul cristalino da poça, entrelaçam-se para compor uma visão prodigiosa.


Fonte: Portugal+

sábado, 11 de abril de 2015

ECONOMIZE ENERGIA

Desligue a luz (1/10)

Você não precisa dar um tiro na sua TV para fazer a diferença. Simplesmente desligá-la no fim do dia em vez de deixá-la no standby já economiza muita energia.

A média dos lares na Grã-Bretanha poderia economizar até 50 euros por ano apenas desligando os aparelhos em vez de deixá-los em standby. (Foto: Shutterstock)


Aproveite o sol (2/10)

Você não precisa chegar a extremos como esta mulher da Bielorrússia, mas pendurar a roupa do lado de fora em vez de usar uma secadora elétrica economiza muita energia.

As secadoras elétricas padrão respondem por 6% de toda a eletricidade consumida pelos lares norte-americanos. Se todo mundo usasse um varal nos meses quentes, o impacto no consumo nacional de energia seria enorme. (Foto: Reuters)





Baixe a temperatura (3/10)

Os modernos sabões em pó para lavar roupa são mais eficazes em temperaturas mais baixas. Portanto, você vai conseguir tirar aquelas manchas mesmo se lavar suas roupas a 30 graus centígrados em vez de usá-la a 40 graus.

A lavagem em água mais fria poderá economizar até 40% de energia em cada carga de roupa. E se comprar um modelo de lavadora de baixo consumo, você pode conseguir economizar ainda mais, além de economizar água. (Foto: Shutterstock)




Recicle sempre que possível (4/10)

Você sabia? Reciclar uma latinha de alumínio pode economizar eletricidade suficiente para acender uma lâmpada de 100 watts por mais de três horas.

Reciclar reduz o volume de lixo que enviamos para os aterros sanitários ou que precisamos incinerar e, em troca, isso economiza energia e reduz as emissões de CO2. (Foto: Shutterstock)




Tire peso do seu carro (5/10)

Quanto mais coisas você carrega, mais energia você consome ao caminhar. O mesmo se aplica ao seu carro: quanto mais pesado ele estiver, mais combustível será necessário para ele rodar – especialmente nos carros compactos.

Para cada 50 quilos de carga que retirar do carro, você ganha até 2% mais quilômetros por litro – e assim você economiza dinheiro também. (Foto: Shutterstock)



Réguas de tomada inteligentes (6/10)

Mesmo se você desligar a TV e o computador, eles usam continuamente até 20 quilowatts de eletricidade se estiverem conectados à tomada.

Conectar seus equipamentos a uma régua de tomadas e desligá-la durante a noite não requer muito esforço e é um modo excelente para economizar até 8 kg de CO2 por ano! (Foto: Shutterstock)



Cozinhe na menor panela (7/10)

Cozinhar com a menor panela possível e usar a menor boca do fogão tem um duplo impacto: sua comida vai aquecer mais rápido e você vai desperdiçar menos energia.

Usando uma panela de 15 cm de diâmetro sobre uma boca de 8 cm de diâmetro, você perde quase a metade do calor produzido pela chama. (Foto: Shutterstock)



Use um laptop (8/10)

Um computador ecologicamente correto não precisa ser movido a energia humana como este protótipo. Usar um laptop normal já vai consumir até 80% menos energia em comparação com um computador de mesa. Mesmo se conectar um monitor maior no seu laptop, ainda assim você estará economizando energia.

O motivo é o seguinte: o baixo consumo de energia é importante para os laptops, pois define quanto tempo as baterias vão durar. Por isso os laptops usam os dispositivos mais eficientes à disposição em termos de consumo de energia. (Foto: Reuters)


Embalagem reciclável (9/10)

Bolinhas para embalagem feitas de amido que se dissolvem na água são uma alternativa ambientalmente correta. E que tal reutilizar as bolinhas das embalagens que você recebe dos outros? Assim você economiza dinheiro e evita desperdício.

Reutilizar papel de embrulho ou usar folhas de jornal para embrulhar presentes também faz bem ao meio ambiente. (Foto: Shutterstock)


Divulgue as ideias ecológicas (10/10)

Você tem alguma ideia de como favorecer mais o meio ambiente? Acha que seus colegas têm algo para compartilhar também?

Você está vendo aqui um jeito fácil para divulgar esse conhecimento no seu local de trabalho. Então por que não fazer um quadro de ideias ou uma caixa de sugestões? (Foto: Shutterstock)


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As famílias consomem cerca de um terço de toda a energia usada na Europa. Usar a energia de modo mais eficiente pode economizar bastante dinheiro. Eis aqui algumas ideias para você começar a fazer isso.

Fonte: Sustentabilidade Allianz, por Miki Yokoyama